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quinta-feira, maio 22, 2014

Médicos sugerem: em até 3 minutos, ejaculação é precoce

Embora tenha sido reconhecida como uma síndrome há 100 anos, a definição clínica da ejaculação precoce é ambígua e ainda carece de critérios objetivos e quantitativos. Por esse motivo, médicos têm dificuldade em diagnosticá-la e pesquisar novas formas de tratá-la. Um estudo publicado nesta quinta-feira no periódico Sexual Medicine sugere novas diretrizes para melhorar tanto o diagnóstico como o tratamento da ejaculação precoce.

Em 2008, a Sociedade Internacional de Medicina Sexual publicou uma definição sobre a ejaculação precoce crônica (se o homem sempre teve o problema), mas não sobre a ejaculação precoce adquirida (se a pessoa passa a sofrer da síndrome em algum momento da vida).
"A falta de uma definição para os pacientes com ejaculação precoce adquirida promove erros de classificação, resultando em estudos mal definidos e na dificuldade em interpretar dados", diz Ege Can Serefoglu, coautor de um dos estudos e urologista do Hospital Bagcilar Treinamento & Pesquisa, na Turquia.
Definição – Ao revisar a literatura médica sobre o assunto, Serefoglu e seus colegas propuseram uma definição unificada sobre a ejaculação precoce crônica e adquirida: ejaculação sempre ou quase sempre até cerca de 1 minuto depois da penetração vaginal (no caso da síndrome crônica) ou até 3 minutos (em sua forma adquirida); incapacidade de retardar a ejaculação sempre ou quase sempre na penetração vaginal; consequências pessoais negativas, como preocupação, frustração e tentativa de evitar a intimidade sexual.
"Essa nova diretriz deve formar a base para o diagnóstico clínico de ejaculação precoce e para a formulação de pesquisas científicas", afirma Serefoglu.
Com informações da Veja.Com